Metade do caminho começa quando me lembro disto. Exactamente como uma injúria que cometesse contra a mim a pedir favores do tempo, e lembrar-me é só mesmo uma memória tornada na mais imediata realidade que desta forma me parece não ser - a realidade.
Assim,nas míriades infímas da memória o conhecimento esconde-se, desejado - e eu aceito o convite. Afinal era não ter de sair do mesmo lugar, mas com outra desculpa, mais nobre. É claro que não é preciso desculpas, só outra justificação para ficar onde nunca se esteve nem está, a justificação para o conhecimento, que perpetuava a esperança que isso não interessa ... afinal ainda não sei o que quero saber!
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